Nihil obstat

Germania, Corinthians, et cetera

12.04.09 – Paris

Ok. Paris foi suficientemente convincente. Roma, apesar de impressionante, não é tão exuberante quanto Paris. E, dessa vez, será difícil alguma outra cidade no mundo ser ainda mais convincente. Paris não é impressionante. Paris é inacreditável. As coisas que os caras constroem, você não acredita! Fica pasmo!

Enfim. Minha estadia na França começou no domingo de páscoa, de manhã, quando o avião aterrissou no aeroporto de Paris-Beauveais, que na verdade é bem mais Beauveais do que Paris. O ônibus do aeroporto percorreu uns 80 kms pra chegar até a estação de Porte Mailot, próximo ao centro de Paris. Próximo a essa estação de ônibus, está uma de metrô, de mesmo nome. E também uma praça, de mesmo nome. E uma avenida. Adivinhem o nome. Não! O nome da avenida é diferente. Chama-se Avenue de la Grande Armeè, e vai direto para o Arco do Triunfo!

Pois então caminhei um pouco por essa avenida, ignorando a pobre Avenue Carnot, sujeito do qual já ouvira falar algum dia, quando preocupava-me com os seus famosos ciclos e com o vestibular. E cheguei ao Arco do Triunfo. Não entrei lá embaixo, não. Precisava pagar. E, além disso, de fora, já tinha uma boa visão do famigerado monumento.

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A próxima parada foi a Torre Eifel. Caminhei pela Avenue Kléber, deixando a Champs-Eliseè para uma outra oportunidade, e fui parar no Palais Chailot. De lá se tem uma vista perfeita da Torre Eifel, além de um belo jardim, e uns rebeldes Sri-lanqueses fazendo um protesto pacífico, não entendi muito bem porquê, mas tem algo a ver com a guerrilha tâmil. Como isso não é da minha conta, ignorei essas pessoas, tirei minhas fotos, desci pelo jardim com fontes, e fui ver a torre mais de perto. Do outro lado da torre, havia o belo parque Champ de Mars, onde várias pessoas descansavam, alguns faziam pic-nics. Eu aproveitei pra ficar susu um pouco, antes de continuar.

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Um dos outros vários pontos turísticos de Paris, é a Basílica de Sacrè-Creur. De lá, além da própria bela construção em si, se pode ver uma boa parte da cidade! Dentro da basílica, é estritamente proibido tirar fotos. Tem até uns guardas vigiando. É exatamente por isso que eu fiz tantas fotos quanto pude! Nada me atiça mais a tirar fotos, do que uma plaquinha de proibido fotos. E mais ainda, se tiver guardas vigiando! Coloco em prática a mais sutil discrição, e faço fotos de tudo o que posso.

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É claro. Claro que passei lá também. E fiz muitas fotos, de dentro, e de fora. Mas lá, era permitido. Quem, olhando a foto abaixo, não souber do que estou falando, peço que por favor, estude mais, ou assista mais desenhos. E, coloquei a foto da cafeteria em vez do lugar em si. Porquê, quem pesquisar por imagens da tal catedral vai achar fotos mais do que suficientes e bem feitas, mas da cafeteria, será? Não tentei… nem vou perder meu tempo tentando.

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O Museu do Louvre responde por 1,5 dos 5 dias que passei em Paris. Não apenas porquê a construção é gigante a ponto de humilhar qualquer outra que já tenha visto com meus próprios olhos. Não apenas porquê a construção em si, é tão rica em detalhes, a ponto de competir com os duomos italianos já mencionados. Também, não apenas, porquê tudo ao redor do Louvre é grandioso e chic. E também, não mencionando o Jardin des Tuileries, o quintal do louvre, que gastei outro 0,5 dia além dos 1,5 dedicados somente à construção do Louvre. Tudo isso apenas pra descrever o exterior do Louvre. Nem vou falar do interior, porquê demandaria muitas palavras, e eu estou tentando ser sucinto aqui! Essa imagem demonstra o teor das coisas que vi no interior do Louvre. A mesa de jantar do imperador Napoleão III. Muito humilde. Sobre as obras de arte de todas as partes do mundo, então, nem comento.

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E, sendo o Louvre a última coisa que eu vi em Paris, sai da cidade artístico. Da mesma forma que saira espiritual, de Florença. E parti para Dublin, para completar a trilogia de países nos quais passei minhas férias.

27/04/2009 Publicado por leumattiello | Uncategorized | | 19 Comentários

10.04.09 – Pisa e Florença

Sim. Nova viagem. Aproveitando a sexta-feira santa, pedi mais cinco dias de férias e emendei toda a semana seguinte, totalizando nove dias longe do trabalho. Que deveriam ser aproveitados, da melhor maneira possível.

Há quem possa pensar que todas essas viagens são caras. Viagens desse tipo, eu também pensaria que fossem caras, na minha antiga mentalidade de brasileiro que nunca saiu do Brasil. Não que brasileiros que nunca sairam do Brasil sejam burros, retardados, inferiores, não, por favor, não infiram isso de minha afirmativa! O que eu quero dizer é que, estando na Europa, viajar para outros países europeus é mais fácil e barato do que se imagina, quando não se está aqui. Não é a toa que os europeus adoram gastar seus fartos dias de férias viajando. Graças a três fatores:

- Ryan Air. A imprevisível companhia aérea irlandesa, que vez ou outra, com uma frequência até razoável, oferece vôos a 1 centavo por pessoa. Mais frequentes ainda são os vôos na faixa de 20 euros por pessoa, em média, o que, para um vôo internacional, é um preço bastante razoável. Porém, preços esses que são bastante instáveis, e podem subir algo como 100 euros do dia para a noite. Assim, a questão do transporte se resume a aproveitar as oportunidades, e escolher os dias em cada cidade, de acordo com os vôos baratos disponíveis. Logística pura. Exercício de minimização de custos.

- Couchsurfing. Você fica hospedado em uma casa, com muito conforto, com alguém disposto a te mostrar a cidade, e conhece gente nova. Sem qualquer custo, senão ser respeitoso e gentil com o anfitrião, talvez alguma lembrança ou algo do tipo. Funciona muito bem, a não ser que esteja ocorrendo algo na cidade que atraia muita gente, e então todos os possíveis anfitriões recebem muitas requisições. Enfim, funciona muito bem.

- Área Schengen: Você pode viajar para a maioria dos países europeus sem se preocupar com visto e coisas do tipo. Não precisa passar por agentes de imigração, ninguém nem olha seu passaporte, você simplesmente desse do avião e sai do aeroporto, para a cidade, desde que seu vôo seja proveniente de outro país da área Schengen.

Dito isto, passemos então à viagem em si. Será um longo relato…

Da segunda viagem à Itália, pais que gosto muito, me sinto muito bem quando vou lá. Desnecessário mencionar que a viagem valeu a pena, apesar de alguns problemas que ocorreram.

O primeiro foi a instabilidade da Ryan Air, que me custou 20 euros. É que eles mudaram umas regras, e agora, eu deveria ter imprimido a passagem, e não retirado gratuitamente no check-in, como de costume. Agora eles cobram 20 euros por isso. Felizmente, não precisei pagar essa taxa para os próximos vôos, pois tomei o cuidado de imprimir as outras passagens, tão logo tive a oportunidade de visitar uma lan-house na Itália. Esse não foi o único problema, aliás foi o menor dos problemas. Ainda vivi algumas aventuras e desesperos na Itália, devido a outro problema maior.

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O aeroporto de Hamburg-Lübeck (LBC), que mais parece um galinheiro

Mas, antes do problema, cheguei em Pisa. Meu plano previa apenas ficar o resto da tarde em Pisa. Assim, tomei um delicioso sorvete de chocolate na praça Giuseppe Garibaldi, andei pelas belas ruas de Pisa, cruzei uma das estilizadas pontes sobre o rio Arno, e fui ver a torre. Lá fiquei algum tempo (pois não é apenas a torre, tem várias coisas em volta da torre). E depois, fui à estação de trem com destino a Florença.

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A torre é pequena. E desesperadoramente torta!

Cheguei em Florença a noite. Não pretendia fazer nada em Florença aquele dia. Apenas de posse do mapa do Google mostrando o caminho da estação Santa Maria de Novena até o Hostel, sobre uma chuva fraca mas constante, com alguma dificuldade encontrei o local. Dificuldade, pois a escala do mapa era inadequada e muitas ruas não eram exibidas no mapa, tornando-o confuso. Chegando no local, me deparei com o problema principal da viagem. Haviam feito overbooking e não havia lugar para mim no Hostel! E eu não tinha um plano B! Havia feito a reserva pela internet, recebido confirmação e, apesar disso, não foi possível permanecer no Hostel. Ok, fiquei então na desconfortável situação de estar numa cidade desconhecida, a noite, sem ter a menor idéia de onde ir. E sem saber falar o idioma local, apesar de que, nos momentos de desespero, de alguma forma você consegue se comunicar – e, por sorte, italiano é um idioma fácil de se improvisar. Não é como Polonês, Mandarim, ou coisas do tipo – o que, se fosse, seria realmente desesperador. Como meu amigo, que foi para a Látvia e passou por alguns apuros similares por lá – lugar onde pouquíssimos falam inglês, e eles têm um idioma que não tem nada a ver com o nosso e completamente desconhecido, que não dá nem pra tentar falar oi ou algo do tipo.

Mas, modéstia a parte, eu sou ninja. No fundo, eu até gosto desse tipo de dificuldades. Somente quando quando consigo, e depois de, resolve-las, claro. Mas, como eu sou ninja, eu consigo resolve-las, na maioria das vezes. Não foram poucas as vezes que cheguei em Campinas, na segunda feira a noite, na minha época de estagiário da Motorola, e não tinha vaga na pensão. Ou quando, por algum motivo qualquer, que invariavelmente estava fora do meu controle, não podia pegar o último ônibus de Porto Ferreira para São Carlos. Sim, em 4 anos e meio de universidade, lidei com muitos problemas desse tipo, e por isso sou ninja. Atuei e resolvi mais esse problema.

Primeiro, não podia contar com o mapa do Google, que mal pode me orientar até o Hostel, motivo único e exclusivo porquê fora impresso. Mas eu tinha um guia do Hostel que eu havia impresso, com informações sobre os pontos túristicos, atividades e, mais importante, com endereços de lan-houses, e os horários em que ficavam abertas. Enfim, pus-me a andar pelo centro de Florença, olhando todas as construções com o objetivo de encontrar ou uma lan-house, ou um outro hostel. Até achei um hotel, 130 euros por noite. Não, obrigado. Quase não acreditei quando dei de cara com uma livraria aberta, em plena sexta-feira santa (o que aliás, na Itália, foi uma outra dificuldade, pois quase tudo fica fechado nesse dia), às 10h30 da noite! Lá, comprei um mapa barato e que me foi utilíssimo durante o resto de minha estadia por lá. Com esse mapa, pude me dirigir à lan-house aberta mais próxima. Lá imprimi as passagens, e procurei por hostels e hotéis na internet. Apenas anotei vários endereços, e com o meu mapa fui me guiando até esses endereços. Segundo hotel, 60 euros. Ainda muito caro. Terceiro e quarto, 50 euros. Não, não dá. Nisso, já era meia noite e meia e tinha parado de chover. E foi aqui que as coisas começaram a melhorar. Esse quarto hotel estava em uma rua cheia de hotéis, o que foi bom, pois muitos desses outros não estavam na internet. Procurei o pior hotel da rua. 30 euros. Por exceção do proprietário, que simpatizava com o Brasil, e após conversar em um misto inteligível de português-italiano sobre futebol, o principal interesse em comum, o proprietário ofereceu um quarto por 30 euros. Um quarto que era, na verdade, ótimo. Melhor do que eu ficaria no Hostel, por 10 euros a mais, e ainda com suite, e dormindo sozinho!

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E o quarto, ainda era melhor do que eu esperava!

Depois dessa aventura toda, tive finalmente meu descanso, acordei, e fui finalmente exercer turismo em Florença. O know-how das andanças na noite passada, e o utilíssimo mapa que eu havia comprado, me facilitaram ver, senão tudo o que se pode ver em um dia, quase tudo, o principal. Comecei pelo Duomo. Que me deixou em dúvida. Se era maior que o de Colônia ou não. Pois o de Pisa e o de Milão eram pequenos. Até mesmo as construções do Vaticano eram pequenas. Realmente, Florença humilha Pisa quando o assunto é o tamanho das construções. Mas não deixa a desejar nos detalhes. Não entrei na Catedral, porquê a fila era gigantesca! Enfim, como café da manhã, comi uma pizza ali por perto e segui meu caminho para os diversos pontos turísticos de Florença, que não são poucos. Fiquei o dia inteiro andando, fiz até bolhas nos pés. Mas até isso eu já havia me acostumado, nos tempos de universidade, como atleta ocasional que era, que nas aleatórias e poucas vezes que resolvia jogar futebol era premiado com maravilhosas bolhas nos pés e dores nas pernas. Como se pode ver, não foi apenas cálculo, programação, e esse tipo de coisa que aprendi na universidade.

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Pizza!!! Na Itália!!! Quer coisa melhor?

A noite, já estava decidido a não dormir. Aliás, outra situação que, pra variar, os anos universitários fizeram com que não fosse novidade. O fato é que meu vôo sairia de madrugada. Então, comecei o domingo de Páscoa no próprio duomo, dessa vez no interior, e sem filas para entrar, assistindo à vigília de Páscoa. Terminada a vigília, fui ao ponto de ônibus que me levaria ao aeroporto de Pisa, esperei um pouco, e por fim, tive duas horas de sono na desconfortável poltrona do avião. Comecei o dia de manhã, em Paris, quebrado. Mas ainda teria um dia cheio de atividades por lá! E, felizmente, não ocorreram mais problemas pelo resto dos sete dias de viagens. Que foram muito bons, todos eles. Inclusive esses, apesar desses problemas.

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O Duomo de Florença. Finalmente algo que se iguala ao Dom de Colônia! Mas, ao contrário de Colônia, Florença não é só a catedral. Florença tem quase tantas coisas quanto Roma. Só tem menos, talvez, por ser menor. Não é a toa que a cidade fora o centro da Renascença. Cidade obrigatória para quem visitar a Itália, nada menos do que isso. Eu diria que, a ordem de importância seria a seguinte: Roma; Veneza; Florença; Milão; Pisa.

20/04/2009 Publicado por leumattiello | Uncategorized | | 6 Comentários

01.03.09 – Serenissima Venezia

Veneza foi a última parte da primeira viagem à Itália. Uma cidade peculiar. Uma cidade grande, rica, em pleno século 21, onde não há carros, nem ônibus, nem quaisquer transportes terrestres, mas que sobrevive muito bem apesar disso. Pouco chão, as ruas todas apertadinhas e muita água: assim é Veneza.
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O tempo não estava tão bom quanto em Roma. Estava frio e nublado, bem ao estilo Hamburgo. Apesar disso, ainda pude aproveitar um bom sorvete enquanto contemplava o mar Adriático. Feliz por ter encontrado um sorvete de 1 Euro! Porquê, na maioria dos lugares, o mesmo sorvete, 1,50, 2,00, até 2,50… é incrível como o turismo distorce o valor de mercado das coisas e cria aberrações na concorrência como essas.
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Essa é a Piazza San Marco, vista da Catedral de San Marco.
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E essa é a catedral, vista da praça! Por dentro, a catedral tem vários mozaicos, tipo aqueles bizantinos, minúsculos quadradinhos colados um ao lado do outro formando figuras no teto e nas paredes! É muito interessante. E não foi poupado ouro na decoração interna da catedral. Pena que não tenho nenhuma foto…
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E, claro, os canais e as pontes! Isso é o que não falta por lá.
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Na vitrine de uma loja, eu vi uma bolsa de 20000 euros. Diante dessa pechincha, eu até considerei compra-la para dar de presente para a mãe, mas achei melhor não, porquê barato desse jeito a qualidade não deve ser muito boa. Deixando de lado a ironia, NÃO! Não era uma bolsa feita de ouro, enfeitada com diamantes… NÃO! Era uma bolsa NORMAL! NORMAL!!!! E o pior… ainda tem gente que COMPRA! Só porquê é de uma determinada marca, que eu nem conheço… Eu não entendo, porquê alguém desembolsaria 60000 (!) reais em UMA bolsa, quando poderia comprar uma similar por, sei lá, uns 30 reais???? Isso no mesmo planeta em que boa parte da população vive com menos de 1 dólar por dia!!! Bah… Não, não sou um comunista perigoso, bobo feio e malvado, mas isso já é demais pra minha cabeça. Mudemos de assunto, para não se aborreçam, e nem eu.

E essa foi a última cidade da minha primeira viagem à Itália!
Amanhã (10/04/09) faço a segunda. Os destinos: Pisa e Florença! E outras cidades não italianas, que saberão no devido tempo.
Ah, e não, não teve terremoto para onde eu vou!

09/04/2009 Publicado por leumattiello | Uncategorized | | 4 Comentários

28.02.09 – Urbs Aeterna – Roma!

Roma foi a melhor parte. Até agora, foi a melhor cidade que eu já estive em minha vida. E olha que eu já estive em Vargem Grande, Aguaí, Descalvado… até São João! (heheh)

Brincadeiras a parte, Roma parece uma cidade feita para os turistas. Em todas as construções, há a preocupação com a estética. E não há pontos turísticos em Roma – quase todos os lugares são turísticos, então assim fica difícil enumerar pontos, e qualquer lugar que se ande pela cidade, ver-se-á algo bonito.

O passeio começou pelo Coliseu. Basta descer na estação de metrô “Coloseo”. Fácil, não? Aliás, muito bom o metrô de Roma, fácil de se orientar e vai para todos os lugares. Este é o Coliseu. Depois do Coliseu vimos o Foro Romano, que tem algumas ruinas advinhem de quem… dos romanos né, obvio. Um fato interessante de se mencionar, pelo menos eu achei engraçado: ao redor do Coliseu, tem uns caras vestidos de guardas pretorianos. Um grupinho de mocinhas turistas estava passando, e o guarda, como bom italiano que é, não poderia deixar de exclamar, em alto e bom som: “Mamma mia!”

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E é tudo ali pertinho. O Vaticano é como um bairro, no centro da cidade, murado. Tem a praça principal, e uma pequena fila para entrar no museu, motivo porquê preferimos não entrar. Vimos a praça, e fomos para a capela Sistina. Tinha várias coisas, vimos tudo, e saimos então do Vaticano.

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E foi então que eu comi uma deliciosa Pizza! Depois de muito caminhar, já a altas horas da tarde sem almoço, tudo isso fez com que aquela pizza fosse a melhor que eu já comi. Talvez não seja a melhor, pois é uma pizza simples (Marinara), mas devido à fome e às circunstâncias, aquela pizza foi maravilhosa.

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Logo alí, perto do Palácio da Justiça, eis a ponte em minha homenagem! Ok… em homenagem ao meu xará, o grande magnífico rei Vossa Majestade Umberto I. O melhor rei de todos os tempos. Pelo menos, no nome.

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E a Fontana de Trevi! Acreditem, estava calor em Roma, e é extremamente refrescante aquela fonte no meio da cidade! E outras coisas…

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06/04/2009 Publicado por leumattiello | Uncategorized | | 3 Comentários